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domingo, fevereiro 29, 2004

O CAMINHO PARA ATENAS

Após tantos anos, as olimpíadas tornam a seu sacro palco, mas estou pensando em Oscar: será que algum filme iraniano receberá estatueta? Premiar filme iraniano tira toda a graça da cerimônia -- já pouca. Ainda existe a de ver brasileiro se estrepar, mas a gente já se acostumou, e para isso basta o Rubinho na Ferrari.

Lembro-me de um filme terrível, intitulado Caminho para Kandahar, de um iraniano de nome complicado (pleonasmo), cuja cena mais importante era a de um avião da Cruz Vermelha jogando próteses de pernas via pára-quedas, e a população local correndo, à sua maneira, ao encontro destas. Daí vocês tiram.

Não me emocionei, porque a tevê sempre me ensinou a ver o paraplégico como um igual, não ser preconceituoso. Aliás, de acordo com um comercial do SBT, que dizia crise e oportunidade serem a mesma palavra em chinês enquanto o dólar disparava, ou com a canção final de A Vida de Brian, temos de enxergar os horrores da guerra sob outro prisma.

Um bom campo minado, por exemplo, é capaz de converter um país chulé numa potência olímpica, paraolímpica pra ser mais preciso; é o caminho mais rápido para a medalha. O problema é que no Brasil as pessoas não dão valor; em Sidney, por exemplo, levamos 6 (seis) de ouro, mas preferiam louvar em prosa e verso o pessoal do 4x100m, e cavalinho temperamental. Lula knows better.

FUTEBOL, ALEGRIA DO POVO

Este “causo” aconteceu no final dos anos 80.
Na quadra central de um tradicional colégio de Niterói eram realizadas as partidas de futebol da escolinha do Rodriguez (antigo professor de Educação Física). Os jogos e treinamentos aconteciam sempre após o término das aulas, e eram acompanhados das arquibancadas pelos pais dos alunos. Como era de se esperar, sempre que aconteciam os jogos, os pais acabavam torcendo pelo time de seus filhos. Um dos alunos, de aproximadamente nove ou dez anos, se destacava: era um dos piores jogadores do grupo. Nos treinamentos, raras eram as bolas chutadas em direção ao gol.

Certo dia, o time em que ele jogava (era reserva), o Vermelho, chegou na final do torneio início, e o adversário era o favoritíssimo, Verde.

No dia da decisão, os dois times fizeram uma partida equilibrada, que terminou empatada. As arquibancadas lotadas estavam divididas: de um lado os familiares do time Vermelho. De outro, os do time Verde.

Pelo regulamento, a partida deveria ser decidida em cobranças alternadas da marca do pênalti. Após cinco cobranças do time Verde e quatro do time Vermelho, o placar apontava 2 x 2. O único jogador que restava para bater o pênalti era o tal aluno. Era nítida a falta de esperança em todo time Vermelho: apesar da amizade entre todos os jogadores, o futebol dele não era lá essas coisas.

Para surpresa geral, a cobrança foi perfeita: bola na rede. Gol do título!
A festa foi geral, TODOS comemoraram: o time Vermelho, o time VERDE, e TODOS os pais presentes. Ainda sem entender o que estava acontecendo o tal aluno confessa para os amigos mais próximos: –“eu sabia que era ruim, mas não tanto”.

O tal aluno era eu.

sábado, fevereiro 28, 2004

Wanderley Luxemburgo não é mais técnico do Cruzeiro.
Dizem nos jornais que isso foi uma bomba em Minas.
Rivaldo, em solidariedade, rescindiu o contrato.
Entendamos o que se passa. O treinador-galanteador-de-manicures pediu demissão alegando que o time estava sem alegria e que problemas extra et intra campo estavam afetando o grupo. Afirmou ser pendêcia salarial.
Apostou, blefou e perdeu o emprego. Na gíria, Wanderley fez esfíncter doce: pediu demissão pensando que a diretoria, com medo de perder o pensador-estrategista, iria solucionar qualquer possível problema na hora. Não foi o que ocorreu. Vendo que não surtira efeito o seu charminho deu uma de sonso e voltou atrás. Perrela disse 'atrás uma pinóia' e não aceitou o tarado-do salão-de-beleza de volta.
Mais uma vez o Wanderley colocou a culpa da irregularidade do time nos fatores alheios à sua vontade: ou é a arbitragem ou então pedências financeiras que desestabilizam o grupo. Nunca se viu o Wanderley assumir a culpa por uma derrota. Ele sempre invade o campo antes pra esculhambar o juiz. Parece até um habeas corpus preventivo.

Quanto ao Rivaldo, este mostrou que está decadente mesmo. Só vi um jogo dele, contra um time mexicano. Até que jogou mais-ou-menos, deu bons dribles, mas nada demais. Driblador por driblador sou mais o Felipe; a diferença é que o primeiro tem pistolão, é amigo do Gagallo-Parreira e vai pra seleção.
Rivaldo joga ao ralo suas chances de se reabilitar como jogador.
E o pior é que o carnaval acabou, senão ele podia voltar a Pernambuco e ganhar um bico de condutor de Boneco-de-Olinda.
Resta-lhe, como alternativa, ser cover do Tiririca¹.
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1. sei que vou me arrepender de ter dito isso.

sexta-feira, fevereiro 27, 2004

Ao ler as reportagens sobre o desfile de carnaval no Sambódromo, percebi que uma delas causou indignação entre os jornalistas: Edmundo sambando alegremente na ala de segurança no trânsito da Mocidade... Depois de ver o Dinei e o Júnior Baiano naquele comercial contra as drogas, tudo é possível!

No FLA-FLU do sábado de carnaval, teve gringo pagando US$ 50 por um lugarzinho nas cadeiras brancas... Como disse, apropriadamente, o amigo ladrilheiro, as vendas antecipadas só servem para facilitar a vida dos cambistas.

Agradeço aos amigos o convite para participar deste Blog. Com este time de estrelas, Milton Neves & Cia que se cuidem.

quinta-feira, fevereiro 26, 2004

Surpreedi-me com o convite para escrever nesta josta.
Boas maneiras já chegar esculhambando? Pois é...Júnior Baiano também faz isso e ganha um salário astronômico (pra mim, qualquer nota de R$ 2,00 já é 'astronômico').
Mas não serei mal-educado ao ponto de não agradecer. Pra falar a verdade, queria ser grosseiro ao ponto de recusar, mas deixar pra lá....Que fique tudo na base da amizade...
Ok...Posso parecer mal humorado, mas ninguém pode se manter sorrindo depois de ver seu time jogando mal e ver o Kahn tomando um frango daqueles. E o pior: eu não vi. Na hora do jogo, na minha única TV estavam vendo novela. Chocolate com Pimenta no dos outros é refresco.

Mas passemos ao que interessa ao nobre esporte bretão: porrada (o gol só foi institucionalizado como objetivo depois que alguém acertou a vidraça da vizinha e achou graça). Engraçado mesmo foi o Magrão desfilar no Anacleto sem os três dentes frontais. E ele é quem foi dar a pancada no lance. Subiu pra dar uma cotovelada e saiu sem três dentes. Mais idiota que esse só o Nélson Patola®, que foi dar um carrinho por trás e quebrou o perônio.

quarta-feira, fevereiro 25, 2004

FRANGAR, VERBO INTRANSITIVO

Na hora do frango, não há como culpar outrem, reclamar do zagueiro; frangar é a sina de todo goleiro, e bem-aventurado aquele que não o fez em ocasiões importantes -- pois a maldade intrínseca ao ser humano faz com que jamais esqueçamos as falhas grotescas do próximo.

Oliver Khan, todos sabem, é um dos grandes arqueiros da atualidade; mas na arte da penosa é menor apenas que Chilavert, paraguaio que teve sua carreira abreviada pelo excesso de peso -- talvez em razão dos inúmeros galináceos, uma espécie de círculo vicioso.

Insatisfeito com o ridículo na final contra o Brasil, o melhor jogador da Copa de 2002* resolveu provar que o evento não fora fruto do acaso, e que tem, sim, potencial para se tornar o maior francófilo da história. Tão vexaminoso foi o gol que tomou ontem numa cobrança de falta de Roberto Carlos, que até o árbitro ficou constrangido.

(*) segundo sua mãe e a FIFA

Como qualquer forma de constrangimento público, a exibição do frango deveria ser reprimida. Pra que passar replay, humilhar o sujeito? Não se faz isso com um ser humano. Seres vis falam da jogada à mesa com os amigos, mas depois fazem cara feia para quem assista ao Ratinho ou aos Vídeos Incríveis da AXN. Não dá pra entender.

De qualquer modo, valeu Oliver, tu é uma mãe.

terça-feira, fevereiro 24, 2004

Atenas promete...

Faltando poucos meses para o início das Olimpíadas, nossa equipe 4 x100m no atletismo treina forte. Porém, o que o técnico brasileiro define por treino forte é amarrar pneus nos atletas usando uma corda, para que estes corram puxando o pneu mato adentro. Será mais negócio torcermos por Guiné Equatorial....

Enquanto isso, o mundo do tênis (eu disse Tênis) está em ebulição. Tudo devido a troca do capitão (leia-se técnico) da equipe. Sai Accioly entra Jaime Oncins. Agora me diga: e eu com isso? Faz alguma diferença? Mais importante, na minha opinião, é a careca do Guga. Parece que como não ganha na quadra, resolveu apelar para a feiúra. Vai ganhar no susto.

segunda-feira, fevereiro 23, 2004

OS ÚLTIMOS SAIRÃO PRIMEIRO

Ontem, o jovem atleta* Cássius qualquer coisa classificou-se para a plataforma de 10 metros do salto ornamental em Atenas. Foi o 21o. colocado da seletiva, e um leitor desavisado poderia até pensar que ele tem alguma chance, mínima, de medalha, mas comparemos a sua pontuação à do 1o colocado:

Cassius Qualquer Coisa: 381 pts.
Chinês Maluco: 776 pts.

(*) não tenho a menor noção da idade, mas os atletas costumam ser jovens

Ou seja: o chinês venceria o brasileiro mesmo que só saltasse metade das vezes*... nossas chances de conquistar uma medalha são equiparáveis às de Guiné Equatorial se tornar uma potência olímpica: zero.

(*) na verdade, o chinês saltou mais vezes, pois nosso compatriota não passou à segunda fase, mas para que enfraquecer o argumento? O tal de Tiang fez 520 pts. na primeira fase, e isso basta.

Cassius perderia até pros chineses da equipe para-olímpica, e integra, portanto, o vasto esquadrão que vai às olimpíadas para se divertir, contar vantagem e onerar o Estado. Em vez de ser visto como um atleta que lutou contra a falta de recursos, deveria ser visto como o que é: um 'ribe.

A era do amadorismo há muito é finda, e as conseqüências de alimentar sonhos estúpidos como o de ir para uma olimpíada pagar mico podem ser terríveis: de lesões à perda de um bom emprego; o sonho acabou.

Ou como diria John Lennon, o célebre maconheiro de Liverpool, "Crabalocker fishwife, pornographic priestess; Boy, you been a naughty girl you let your knickers down. I am the eggman, they are the eggmen, I am the walrus, goo goo g'joob."

domingo, fevereiro 22, 2004

Carnaval, festa da carne mal-passada

Nunca fui um aficcionado por carnaval. Na verdade, é um tremendo incômodo pra mim toda a indústria carnavalesca. Não gosto de desfiles, e agora eles existem até em São Paulo! Um paradoxo comparável apenas à existência de vendedores de queijo coalho na Antártida. Os sambas de antigamente, verdadeiras obras-primas da música popular, transformaram-se em batuques repetitivos, acompanhados de uma letra que não faz o menor sentido. As agremiações recreativas deixaram de ser uma forma de expressão do povo para se transformarem em empresas. E, para estragar tudo de uma vez, o carnaval baiano alcançou projeção nacional, levando a todos os cantos, do Oiapoque ao Guaraná Chuí (cadê o jabá?), a escrotice da Axé Music, dos abadás, de ACM.
Tudo isso regado a muito, mas muito capim, erva, arame, bufunfa, pila, o vil metal.
Verdade seja dita, meus caros; assim como tantos outros (incluíndo as "micaretas" e "folias", que nada mais são do que a institucionalização da vagabundagem ao longo do ano), o carnaval deixou de ser um evento popular para ser exclusivo de quem tem cascalho no bolso. Claro, quem é pobre também se diverte! Catar as migalhas que caem do camarote da Brahma deve ser divertido, além de nutritivo. Ora, até os condenados ao circo romano tinham sua vez; fugir dos leões devia ser "a maior adrenalina"...
Uma das possíveis origens para o vocábulo "carnaval" seria a expressão latina carnem levare, "libertação da carne" (ou "adeus à carne" em uma tradução livre), expressão designativa da Quarta-Feira de Cinzas, dia em que se deixava de comer carne devido à Quaresma. A carne de hoje está exposta em biquínis sumaríssimos, toplesses ou mesmo a desavergonhada nudez, turbinada com lipoaspiração, silicone e esteróides anabolizantes. Ninguém vai deixar de fazer churrasco nos próximos quarenta dias, mesmo; eu não reclamarei da nudez feminina espalhada para todos os lados pela tevê (o que me incomoda é o fato de nenhuma dessas tetéias querer dar pra mim) e já existe um projeto de lei para reduzir o ano de doze para dez meses, relegando Janeiro e Fevereiro ao limbo.
Não, não existe tal projeto. O ano de dez meses brasileiro é um claro exemplo de direito consuetudinário, modelo de tudo o que funciona nesse mundo - como o sistema jurídico inglês, o jogo do bicho e as filas.
Eu prefiro me recolher à minha majestosa insignificância, se me permitem o trocadilho; ler meus livros e ouvir rock progressivo, só me permitindo ouvir "poeira, poeira" durante as transmissões futebolísticas.
Se Ivete Sangalo gostaria de fazer dinheiro com poeira, por que diabos não virou faxineira ao invés de ficar nos torturando com essa maldita canção?

Os festejos de momo misturam-se com a comemoração rubro-negra pelo primeiro campeonato em três anos. Desde a Copa dos Campeões de 2001 o rubro-negro não levantava um caneco; não satisfeito em quebrar o jejum, o time da Gávea vai estabelecendo uma supremacia sobre seus irmãos cariocas, os chamados "grandes" do Rio. A esta altura somando sete vitórias consecutivas sobre Vasco e Fluminense, estando o Botafogo fora da conta por razões óbvias, o manto sagrado começa a pesar não apenas sobre os ombros daqueles que têm a honra de envergá-lo, mas também sobre aqueles a quem começa a envergonhar.
Desde Stendhal e os anos "Zico" que o vermelho e o preto não faziam tanto sucesso.

Sábado de cinzas

A boate Scala anunciava: baile do vermelho e preto dia 20 de fevereiro.... Errou o dia. Sábado, dia 21, o Flamengo começou sua festa de Carnaval, enquanto a quarta-feira de cinzas chegou mais cedo para os tricolores.

Era um dia perfeito para o Maracanã. Calor suficiente para uma cerveja, porém sem sol na cara. Vou com meu amigo sofredor (digo, tricolor) para o maior do mundo, sem lenço e sem ingresso, na esperança de comprar com cambistas. Chegando lá, encontramos outro colega vascaíno (turma do arco-íris secando pimenteira) já com ingresso. Começa a romaria atrás dos ingressos, mais fácil achar bilhetes para a fábrica de chocolates Wonka....

Comprados os ingressos com muito custo (literalmente, pois saiu uns 25 reais para cada um), entramos por volta das 3:20 hs. Depois de devidamente alocados em posições privilegiadas na arquibancada branca, era só esperar o jogo começar e fazer festa junto da torcida. E como tinha gringo nas arquibancadas! Todos maravilhados com a festa, gritos e coreografias das torcidas.

Momentos antes de a partida ter inicio, lembrei-me das proféticas palavras de Pai Hosken, o único pai de santo branco do Maracanã: “Misinfio, essa bagaça será 3x2 pro mengo...”. Revelei a profecia para o tricolor, que logo entrou em desespero. Pai Hosken raramente errava...

E a partida teve seu início. Primeiro tempo calmo, só dava Flamengo. Segundo tempo de matar esquilo a espirro, com 4 gols em apenas 9 minutos.... E o jogo permaneceu indefinido até o final. Mas Pai Hosken já havia avisado: Mengão 3x2, campeão da Taça Guanabara!!!! O Pai Hosken falou, o Pai Hosken avisou.... Salve branco velho!

sábado, fevereiro 21, 2004

Coroação

Como primeira participação de minha pessoa nesta publicação digital, só tenho uma coisa a dizer: Flamengo, campeão da Taça Guanabara do ano de Nosso Senhor de 2004.
Não dá para contestar os fatos, meus amigos.
A plebe rubro-negra está feliz, assim como a nobreza do ludopédio.
Felipe é o Rei do Rio.

quinta-feira, fevereiro 19, 2004

Maracanã, uma ilusão (ou eu quero meu ingresso)

Domingo, eu vou ao Maracanã.... Mas o jogo é sábado sua besta!!! E não consegui o ingresso!!! Tudo bem, vai vender ingresso antecipado. Porém, acaba tudo na mão de cambista! Antigamente, vendia na hora, era uma zorra, mas todos conseguiam o seu passaporte para o maior do mundo. Nem lembro mais quando foi a última vez que comprei o ingresso com tranqüilidade....

DUBLIN, BOM LUGAR PARA PORCOS

A história de Dublin evoca grandes vultos da cultura mundial, e não me espantaria se afirmassem que o desenvolvimento intelectual de toda a Irlanda se deva à completa inépcia desportiva de seus habitantes.

Ontem, a seleção brasileira* disputou num campo de Rugby uma daquelas partidas caça-libras, habitualmente denominadas amistosos, que os técnicos exaltam devido à possibilidade de conviver com os jogadores por um dia no videokê, além de permitir conhecer novos países, e, até, para verificar como está a seleção.

(*) ou cebefeira, há toda esta confusão entre Estado e Empresa; enfim: do Parreira.

No que concerne ao estado hodierno de nossa seleção, pôde-se julgar apenas o novo uniforme, descrito por seu Nonô como "excessivamente verde". Verde claro, acrescentaria, e com um número inscrito num círculo na parte da frente. Mais inestético, somente cabelos de zagueiros da década de oitenta.

Sei que o contrato com a Nike foi bastante proveitoso para o Ricardo Teixeira, louvado seja*, mas submeter nossa seleção a isso. Menos, menos...

(*) iniciou o movimento de chopeiras à mesa em bares cariocas -- vide escândalo no desembarque em 94.

Destacou-se ainda o fato da Globo preferir exibir Malhação, a verdadeira História Sem Fim, em vez do jogo. Devido à malhação geral dos noticiários esportivos, cedeu so direitos à RedeTV e à Record. Poucas horas mais tarde, algum gênio percebeu que ficariam atrás destas no IBOPE, e resolveram transmitir também a pelada. Só doutor Roberto salva.

PREFÁCIO -- ou uma espécie de apresentação

Apesar de nossos vastos contatos com eminências pardas (uma) do subterrâneo do futebol, discorreremos sobre os mais diversos desportos (ou seja: o que der na telha).

Não sei quanto a meus amigos, mas meu sonho é conseguir participar da pelada do Maracanã por meio deste blog, que exporá a verdade, doa a quem doer -- a menos que doa em mim.

E a despeito de abominar clubes que ostentem cruzes de Malta, creio piamente na inocência do doutor Eurico: se fez algo de errado, não foi por sua natureza, e sim devido à influência das más companhias no congresso...